"Não importa para onde vamos ou de onde voltamos. O que importa são as experiências únicas e os cenários surpreendentes com que nos deparamos. Viajamos em busca do que a vida pode nos revelar, num verdadeiro banquete de sabores, cores e sons."
E confesso: não tem graça nenhuma viajar e não contar para alguém, mostrar as fotos, compartilhar....
Voltar para casa também é uma experiência maravilhosa que só podemos sentir quando viajamos.


Várias fotos que ilustram as postagens são retiradas da Net.

Araxá - MG 2014

18 e 19 de outubro 2014
Já estive em Araxá várias vezes e agora vou abordar  outros aspectos da viagem que não fiz no post anterior.

Na ida, lembranças de infância, como a entrada para a Cruz Branca, local onde minha família ia, às vezes, fazer pic nic. Apesar de ser pertinho de Uberlândia, naquela época parecia extremamente longe, pois levantávamos de madrugada, para colocar toda a tralha no caminhão do meu tio, que passava nas casas recolhendo o pessoal e depois percorria estrada de terra até chegar à beira do rio, onde passávamos o dia todo.



Nas laterais da rodovia, trechos enormes de vegetação castigada pelo fogo, provavelmente não acidental.



O Rio Claro tão procurado pela população para pic nic, rapel de cachoeira, acampamento, revela a escassez de água pela falta de chuvas.





Represa de Nova Ponte  na BR 452. Na foto acima em dezembro 2004
Na foto abaixo em outubro 2014. Uma grande diferença no nível de água e na vegetação.


A BR 452 anuncia problemas para os que trafegam nela. As chuvas não começaram e grande parte da Rodovia apresenta sulcos, buracos que, se não houver manutenção, serão ampliados quando começar a chover.


No final do Sec XVIII, Araxá recebeu os primeiros moradores e como todo arraial, deve ter surgido em torno de uma Capela.  Em torno da Capela foi se delineando a Praça com seus becos e ruas.



Chegando em Araxá, nos dirigimos ao centro da cidade em busca de uma Lotérica, para tentar a sorte na Mega Sena que prometia um prêmio de 40 milhões naquele dia.

E foi aqui na Loteria Boa Sorte, na esquina da Praça da Matriz que fiz uma Surpresinha e, para minha "Surpresa", fiz a quadra e ganhei uns trocados.



Nesta panorâmica, o suntuoso Tauá Grande Hotel Araxá.  A rede Tauá completa cinco anos à frente do negócio no ano que vem, quando pode optar pela manutenção ou não do contrato de concessão.

Foto Wikipédia

O entorno do Barreiro foi severamente impactado pela atividade mineradora. E é visível a encosta minerada, onde o tom de terra  substitui o verde.

Foto http://clarim.net.br/noticia/6004

 As crianças se divertem andando a cavalo, nos pedalinhos do lago, nos triciclos.



A Fonte, um pouco abandonada, continua lá com suas águas com gosto de enxofre.


 
Uma Vila que ficava  no entorno do Barreiro desapareceu. Uma artesã da feirinha disse que as mineradoras que atuam alí, compraram as propriedades e passaram a explorar o local.

 A Capela dá um tom bucólico à paisagem.
 


No domingo, o entorno do hotel se anima com a feirinha de produtos típicos,



 Os panos de prato mostram o mineirês de forma bem humorada,


um grupo enorme de ciclistas integrados à Campanha do Outubro Rosa (Câncer de Mama)





Ficamos hospedados no Nacional Inn (Previdência)


 







À noite, fomos brindados com uma chuva mansinha, abençoada.



O Hotel Colombo foi fechado, mas no Projeto de Criação da Cidade Tecnológica do Triangulo Mineiro, a  sede administrativa do centro de tecnologia pode ser instalada no antigo Hotel Colombo



O espaço compreende uma área total de 20 mil metros quadrados e receberá, além do setor administrativo, cursos de graduação e pós-graduação, projetos de pesquisas e seminários internacionais. Tomara!






 No domingo, deixamos o Hotel e fomos almoçar na Boca da Mata, que fica na saída para Sacramento. No trajeto uma explosão de "Primaveras" ao longo da Rodovia.



O Bar do Nilson e da Carminha foi altamente recomendado como o melhor local para comer um legítimo frango caipira.
 


Chegando na Boca da Mata, o Capitão da Folia de Reis posou pra foto e foi se apresentar para os donos da casa, causando um atraso de 1 hora no nosso almoço.



A cerveja gelada e a sombra aliviam a espera.






A folia se despede e vai cantar em outra freguesia. Mais um pouquinho e o almoço fica pronto,



Frango, quiabo, angu, arroz com queijo derretido. Quer mais mineiro do que isso, uai? Tivemos que despensar o tutu de feijão e o macarrão. Seria comida demais.

Hora de voltar prá casa e usar o lema da placa. "Prudência - o caminho mais curto até sua casa"



Veja outra postagem sobre Araxá clicando aqui Araxá

Machu Picchu - Peru

11 de setembro de 2014
 
O principal objetivo da nossa viagem ao Peru era  conhecer Machu Picchu. Foi um sonho acalentado por muitos anos, até que resolvemos transformá-lo em realidade. Apesar do "Soroche" enfrentado em Cusco, foi gratificante e, tenho certeza, será inesquecível. "Para muitos, é a viagem de uma vida."

Hospedados em Cusco, fomos a Machu Picchu de manhã e retornamos à tarde. Com agência pré contratada, é tudo muito organizado. Do Hotel fomos para a estação de Poroy, onde tomamos o Trem da  Peru Rail, o "Vistadome", numa viagem de pouco mais de três horas em vagões com janelas e teto panorâmicos.



O Rio Urubamba nos acompanha durante todo o trajeto, pois é no Vale do Urubamba que se encontra Machu Picchu. (Ao nascer na cordilheira peruana o Rio Amazonas recebe o nome de Apurimac até unir-se ao rio Urubamba e receber o nome de Ucayalli. Já nas florestas equatoriais, ele se une ao Marañón antes de chegar ao Brasil. Em terras brasileiras, o Amazonas recebe o nome de Solimões até a 30 km da cidade de Manaus.)



O cenário é espetacular com uma vista maravilhosa das montanhas e picos nevados da Cordilheira dos Andes.



O trem para na Estação de Ollantaytambo, somente para recolher passageiros.
Durante a viagem recebemos um lanche e em um determinado local, e o trem faz uma manobra de vai e vem muito interessante e inteligente para mudança de trilhos.



No trajeto, visualizamos no alto da montanha, cápsulas prateadas que servem de alojamento para alpinistas. Não consegui fotografar, fiz uma busca no Google, não encontrei, mas é muito interessante.
Quando o trem desce pelo vale do Urubamba, percebemos que a vegetação torna-se cada vez mais tropical, e as pedras no rio são de grande beleza.
 


Chegamos então à Aguas Calientes, uma pequena cidadezinha, onde almoçamos após a visita a Machu Picchu. Vale o pernoite para quem for escalar Huayna Pichu.




Da Estação Ferroviária de Aguas Calientes, passamos por um labirinto de lojinhas de artesanato, até chegar a esta parada dos ônibus que irão nos conduzir num trajeto de 25 minutos por uma estradinha estreita de terra, de mão única, de um lado rocha, do outro precipício, até a entrada do Parque. Quando vem um ônibus e vai cruzar com o outro é uma cena de cinema. Um dos dois dá ré, encontra um lugarzinho, se acomoda e outro passa. E a gente suspira aliviado. Esta precariedade é intencional e permite controlar o fluxo de visitantes à região, por ser uma reserva nacional.


Foto http://www.umasenhoraviagem.com/2013/11/machupicchu.html

Na entrada do Parque fomos orientados pelo Guia a permanecermos juntos e que não era pra mais ninguem reclamar de "Soroche", porque agora já estávamos numa altitude "de apenas" 2.430 m, portanto nada de dor de cabeça, falta de ar. Será??????

 
 
Trouxemos nosso Passaporte para ser carimbado na entrada do Parque. A gente mesmo carimba e costuma ter fila. Pegamos então uma escada que parecia interminável. Perguntei ao Guia quantos degraus havia, e, não sei se foi de propósito, mas ele disse que nunca foi medida. Subindo escadas por uns 30 minutos,  me faltou fôlego, mas sem alternativa, tive que ir, até chegarmos ao mirante da Cidadela.


 
E foi exatamente assim, como na foto acima, que eu vi Machu Picchu pela primeira e única vez. Porque daqui, descemos  e não retornamos mais. A volta é por outro caminho.
 
Para o site http://www.dondeandoporai.com.br/curiosidades-sobre-machu-picchu/ " Machu Picchu é um local especial em que as montanhas parecem formar um rosto a olhar o céu – e no céu estão as verdadeiras divindades."
 

 
 Agora era o momento de tirar "aquela" foto com que sonhamos. Conseguir alguém que nos fotografasse, mas respeitasse o objeto principal da foto era o grande desafio.
 
Pedi então,  para um rapaz que dizia ter batido mais de 1.500 fotos na viagem. Tinha experiência. Veja a foto." Tadinha" da Huayna Picchu. Perdeu a cabeça e metade da cidadela ficou escondida.
 
 
Daí, tinha um companheiro de viagem, que segundo sua esposa, era ótimo para fotografar. Oh!Fantástico, estes turistas, que não conhecemos, mereciam aparecer na foto. 
 

 
Então pedi para uma pessoa que tinha um super equipamento fotográfico e saberia tirar aquela foto espetacular. Tiramos o agasalho e nos preparamos. Agora vai.  Veja a foto abaixo. Hã? Cadê a cidadela e  Huayna Picchu?
 

 
Fui obrigada a desistir. Me disseram que nestas situações, devemos procurar um japonês e pedir pra bater a foto. Não tem erro. Tivemos que nos contentar com fotos individuais. De casal, nem pensar.
 
"Situada na faixa de transição da Cordilheira dos Andes com a Amazônia, Machu Picchu ficou imune à conquista espanhola nos idos do século 16. A cidade inca só saiu do anonimato em 1911, ao ser apresentada ao mundo pelo explorador norte-americano Hiram Bingham.
" Hiram Bingham, o”descobridor” de Machu Picchu (antes dele, já haviam registros de alguns alemães que haviam encontrado a cidade perdida e levado consigo peças preciosas, até hoje nunca recuperadas), ao encontrar a cidade perdida, toda coberta pela mata por séculos,  percebeu que levaria um tempo enorme para limpar a cidade, removendo todo o mato e os galhos para poder efetivamente fazer suas buscas e pesquisas, tacou fogo em Machu Picchu. "(http://www.dondeandoporai.com.br/curiosidades-sobre-machu-picchu/)
 
 


"Tanta popularidade levou Machu Picchu, uma das novas sete maravilhas do mundo, a sofrer com o turismo desenfreado . Mesmo assim, hordas de turistas desembarcam sem parar nessa antiga cidade inca de pedra, seja pela clássica Trilha Inca ou por trens vindos de Cusco. E motivos não faltam para tamanha determinação. Machu Picchu, que em língua quéchua significa “montanha velha”, está localizada sobre uma montanha de granito e abriga impressionantes construções erguidas com pesados blocos de rocha. Cercado de enigmas a respeito de sua criação e serventia, o local foi declarado pela Unesco como Patrimônio Cultural e Natural da Humanidade,"
"Existe hoje uma regra que limita a visitação a Machu Picchu a 1.500 pessoas por dia – o que não é seguido. Guias locais falam de 2.000 a 3.000 pessoas andando pela cidade perdida todos os dias, todo o ano – e o número chega a 4.000 em datas especiais.

A foto abaixo ficou perfeita. Parabéns, Euripedes!



"Machu Picchu foi construída no século XV.  O local é, provavelmente, o símbolo mais típico do Império Inca, quer devido à sua original localização e características geológicas, quer devido à sua descoberta tardia em 1911. Apenas cerca de 30% da cidade é de construção original, o restante foi reconstruído. 
A disposição dos prédios, a excelência do trabalho e o grande número de terraços para agricultura são impressionantes, destacando a grande capacidade daquela sociedade.



" A Montanha Jovem, como é conhecida Huayna Picchu, é um dos principais símbolos locais. Desse pico a 300 metros da cidadela, o visitante tem uma ampla vista panorâmica de Machu Picchu, os típicos terraços incas e do Vale do Rio Urubamba. A trilha para a subida, que costuma durar duas horas, começa na praça principal da cidadela. O local, que também serve como cenário para shows, abriga um museu que conserva peças encontradas durante as escavações. Atualmente, é preciso reservar a subida ao topo de Wayna Picchu (em torno de R$ 100 por pessoa) por meio do site oficial www.machupicchu.gob.pe. A carga máxima permitida por dia é de 400 pessoas, divididas em turnos. Há dois horários disponíveis: das 7 às 8 horas e das 11 horas ao meio-dia."
 

Foto Maritza Perez 
"Única construção semicircular de Machu Picchu, o Templo del Sol está sobre uma rocha maciça e dele fazem parte as famosas janelas trapezoidais, cuja abertura recebe  a luz do sol que é direcionada até a pedra central do templo no solstício de inverno. Também chamado de Torreón, fica integrado ao complexo que inclui a principal fonte de água, as três paredes de culto ao vento e o templo dedicado à Pachamama (mãe terra). Seu desenho aproveita a estrutura natural da rocha sobre a qual foi erigido. Abaixo há uma espécie de gruta que, acreditam os estudiosos, servia de mausoléu para alguns dos líderes do povo inca. A múmia de Pachacútec, considerado o maior soberano inca, teria morado ali até ser removida para destino ainda hoje desconhecido, um dos enigmas que os arqueólogos tentam desvendar nos Andes"
 

  
Uma das vistas mais extraordinárias de Machu Picchu, esse templo a leste da praça principal é conhecido pelas três janelas (ventanas) que adornam um terreno retangular. Fica no setor sagrado da cidade, ao lado do Templo Principal, de frente para a montanha Putucusi, um dos Apus sagrados no entorno do Vale do Rio Urubamba. Construção característica da arquitetura inca, concebida com enormes blocos de pedra finamente talhados e encaixados à perfeição. A construção está integrada ao Templo Principal, palco dos cultos mais importantes da época incaica.

 
"Intihuatana é o relógio solar ou “lugar onde se amarra o sol”, na língua quéchua. Está situado no ponto mais alto de Machu Picchu e encabeça o setor sagrado. Delicadamente esculpida, a peça se alinha aos pontos cardeais e era utilizada para registrar a passagem do tempo, além de auxiliar nos ciclos de agricultura. Turistas costumam estender as mãos por cima do monólito, que não pode ser tocado, para captar a suposta energia que dele emana."
 

Foto Maritza Perez 
 
Afirmam que, "para proteger a cidade sagrada, todos os habitantes de Machu Picchu abandonaram a cidade, destruíndo os caminhos que levavam até ela e cobrindo com mato, galhos e plantas qualquer indício da presença deles que pudesse chamar a atenção dos espanhóis."
  

 
No Setor Nobre de Machu Picchu se encontram as residências dos governantes. Ali está o chamado Palácio do Inca, ou Casa Real, um amplo espaço residencial que servia de refúgio para o soberano.  Originalmente, as construções eram cobertas com telhados de palha.
 

 
A Praça Principal sofreu a pior das agressões em 1976, quando o rei espanhol Juan Carlos I resolveu conhecer a cidade Inca aterrissando de helicóptero aqui.  E que ainda foi removida uma construção de pedra para facilitar a descida do helicoptero. 



"O Templo del Condor é exemplo de arquitetura integrada à natureza. A pedra no solo representa o corpo da ave, cuja missão, na visão andina, é conduzir os mortos ao céu e fazer a conexão entre deuses e mortais. As paredes laterais lembram as asas do condor.
O Condor Andino é a maior ave do mundo, possuindo 1,33 cm de altura, 3,20 cm de envergadura, chega a quase 14 kg e vive entre 50 a 75 anos, é o símbolo e mestre dos Andes, está associado a todas as grandes culturas pré-colombianas. O Cóndor foi considerado uma divindade por todas estas civilizações.
A “Visão do Condor” é uma jornada xamânica profunda de resgate ancestral. A pessoa para alcançar tal visão, precisará primeiro passar pela experiência de se transformar verdadeiramente em um condor, assumir suas características, forma física, habitar moradas montanhosas, viver em ninhos rochosos, voar nas alturas, e o mais importante, alimentar-se de sua própria sombra, para então, se elevar a Hananpacha, que em quéchua significa “Mundo dos Espíritos”. http://viagensinspiradoras.com.br/machu-picchu-a-visao-do-condor-2/



 A cidadela é formada por dois setores: a zona urbana, o “setor hanan” (alto) e “setor hurin” (baixo) conforme a tradicional bipartição da sociedade e da hierarquia andina. O eixo físico dessa divisão é uma praça comprida, construída sobre terraços em diferentes níveis, de acordo com o declive da montanha.


 
O segundo eixo da cidade em importância forma uma cruz com o anterior, atravessando praticamente toda a largura das ruínas de leste a oeste. Consiste de dois elementos: uma larga e comprida escadaria que faz a vez de “rua principal” e um conjunto de elaboradas fontes de água que corre paralelo a ela.
Na intersecção dos dois eixos estão localizadas a residência do inca, o templo observatório do torreão e a primeira e mais importante das fontes de água.

 As construções possuem uma leve inclinação para evitar a ação de terremotos.



Lá no alto a Casa do Guardião



Olha só quem encontramos em Machu Picchu!

 
Entre as diversas teorias sobre a função de Machu Picchu, e a mais aceita afirma que foi um assentamento construído com o objetivo de supervisionar a economia das regiões conquistadas e com o propósito secreto de refugiar o soberano Inca e seu séquito mais próximo, no caso de ataque.



Os templos, casas e cemitérios estão distribuídos de maneira organizada, abrindo ruas e aproveitando o espaço com escadarias. Segundo a história inca, tudo planejado para a passagem do deus sol.



A área edificada em Machu Picchu é de 530 metros de comprimento por 200 de largura e inclui ao menos 172 recintos. A zona urbana foi dividida pelos arqueólogos atuais em grupos de edifícios denominados por números entre 1 e 18. 



O Guia falou algo sobre esta pedra da foto abaixo, que não me lembro, mas reforçou que ela é do mesmo formato da montanha ao fundo. Só que, apesar de ir lá práticamente todos os dias, ele viu a montanha sem neblina apenas umas 3 vezes.


 
Os terraços de cultivo de Machu Picchu aparecem como grandes escadarias construídas sobre a ladeira. São estruturas formadas por um muro de pedra e preenchidas com diferentes capas de material (pedras grandes, pedras menores, cascalho, argila e terra de cultivo) que facilitam a drenagem, evitando que a água crie poças (leve-se em conta a grande pluviosidade da região) e desmorone sua estrutura.



Terminada a visita, fomos para a fila do ônibus para retornar a Aguas Calientes.Aí é cada um por si. Nos dirigimos ao Restaurante para o almoço, que fica nesta rua. Aguas Calientes é cortada pelo Rio Urubamba e foi vítima de uma terrível enchente em 2010, onde cerca de 100 turistas brasileiros tiveram que ser resgatados de helicóptero.



Esta bela escultura, mostra os 3 mundos espirituais dos Incas que eu já mencionei no post sobre Cusco: o Condor, o Puma e a Serpente.



Após o almoço fomos  para a Estação Ferroviária, onde pegamos o Trem para Cusco. A viagem de volta é mais longa do que a de ida, porque agora o trecho é de subida.
Para distrair os passageiros a Rail Peru organiza dsfiles de roupas peruanas,



 e um artista se apresenta, dança com os turistas, etc.



Chegando em Poroy, um ônibus nos leva ao Hotel. Já é noite.
Mais uma noite em Cusco e no dia seguinte, à tarde voamos para Lima e em seguida para São Paulo, onde chegamos na madrugada do dia 13 de setembro.

Para quem pretende fazer a Trilha Inca. Veja todos  os posts detalhando cada dia da trilha Trilha Inca

Para quem pretende subir Huayna Picchu veja as dicas aqui Huayna Picchu



"Somos assim. Sonhamos o voo, mas tememos as alturas. Para voar é preciso amar o vazio. Porque o voo só acontece se houver o vazio. O vazio é o espaço da liberdade, a ausência de certezas."  (autoria atribuida a Rubem Alves)
Meu recado é este: Se eu fosse temer a altura, não teria ido. E o que me moveu foi a ausência de certezas. Tive falta de ar, dor no joelho, mas Machu Picchu, de certa forma, nos transforma em Condores e ficamos mais pertinho de Deus.